OBRIGADO PELA VISITA

O LABORATÓRIO SIDERAL leva até você, somente POSTAGENS de cunho cultural e educativo, que trata do universo; das gentes; das lendas; das religiões e seus mitos, e de forma especial, dos grandes mistérios que envolvem nosso passado. Contém também muitos textos para sua meditação. Tarefa difícil, mas atraente. Neste Blog não há bloqueio para comentários sobre qualquer postagem.

A FOTO ACIMA É A VISÃO QUE TEMOS DA CHAPADA DO ARARIPE, A PARTIR DA NOSSA "VILA ENCANTADA".

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

JERICÓ - A CIDADE MAIS ANTIGA DO PLANETA - Por Vicente Almeida


NA POEIRA DOS SÉCULOS

Cidade de Jericó, na Palestina, a mais antiga do planeta, existe desde 9.000 a.C.
RETROSPECTIVA

Entre 15.000 e 10.000 a.C. o homem iniciou sua transição de nômade para sedentário, isto é; abandonou a vida migratória em busca de alimentos, e se fixou em determinadas regiões da terra.

Esses assentamentos tiveram inicio após o último período glacial, quando vastas regiões da Ásia e da África começaram a secar. As tribos daquele tempo procuraram as margens dos grandes rios da região e ali se fixaram. Era o inicio do sedentarismo.

Pequenas aldeias fortificadas começaram a ser erguidas às margens ou próximas a grandes rios que lhes serviam de fonte de alimentos, além de água em abundancia para consumo e irrigação, os rios eram também utilizados como meio de transporte.

Desses pequenos aglomerados, posteriormente transformados em vilas, e cidades destacamos aqui a cidade de Jericó, como a aglomeração urbana mais antiga que se tem notícia, e que até hoje resiste ao tempo.

Esse vilarejo agrícola situado nas proximidades do rio Jordão tem vestígios de ocupação que datam do ano 9.600 a.C. De acordo com escavações arqueológicas, no ano de 9.400 a.C., o local reunia nada menos do que 70 casas, com um total de aproximadamente mil habitantes.

Estudos geológicos indicam que Jericó só começou a ter características de cidade por volta do ano 6.000 a.C.

A importância de Jericó na história do mundo é tão grande, que relatos Bíblicos citam a cidade cerca de 70 vezes.

Inclusive há um relato bíblico misterioso, dando conta de que Josué derrubou as muralhas de Jericó, para chegar a terra prometida de Canaã, sem usar instrumentos de demolição e sem tocar em suas paredes, apenas usando o toque de trombetas.

Claro que a destruição das muralhas não se deu exatamente assim, é ilógico pensar que ao som de simples trombetas, muralhas de 4,5 mt de espessura desabassem. O que aconteceu então?

Foi também em Jericó, que Jesus Cristo curou dois cegos, e onde também se passou o episódio bíblico no qual Zaqueu, o cobrador de impostos, subiu em uma árvore para ver Jesus passar.
Visão atual da cidade de Jericó
ainda outro relato que menciona existir nas proximidades de Jericó, o "Monte das Tentações" e dizem que Jesus foi conduzido a esse monte para ser tentado. 

As lutas entre povos pela posse de determinadas regiões era tão frequente, que Jericó esteve sob o domínio de vários povos: Persas, Helenos, Romanos, Califado Árabe. e o Império Turco-Otomano. Atualmente, pertence à Palestina.

Se a cidade de Jericó tem hoje 11.000 anos, então ela já existia há 4.000 anos antes do início da história da criação compilada por Moisés, que ao escrever o Gênesis estabeleceu a data do início da criação com poucos milhares de anos antes dele, e corresponde a 5.000 anos a.C. segundo a Bíblia.

Texto: Vicente Almeida
31/10/2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

CARTA ENIGMÁTICA-4 - Por Vicente Almeida

TESTANDO SEUS CONHECIMENTOS

Você pediu, e aqui está a quarta Carta Enigmática.

Ao traduzi-la, você descobrirá informações sobre uma grande revolução política ocorrida durante a ditadura militar.
Esta, apesar de pequenina, não é tão fácil, mas você vai tirar de letra e decifrá-la em  dois tempos.

Boa Sorte.

Fonte: Almanaque Brasil
Texto: Vicente Almeida
30/10/2012

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

CASINHA DE BONECAS - Por Vicente Almeida

MENINA-MÃE

Se observarmos uma menina brincando com uma boneca perceberemos ela tratando-a como sua filha, vestindo-a, alimentando-a, ralhando com ela por alguma travessura imaginária, ou curando suas doenças também imaginárias. E a menina fica muito triste quando não encontra sua boneca no lugar que pensa haver deixado, chegando às vezes ao desespero como se houvesse perdido algo infinitamente importante, como um filho.

Ela é uma mãezinha embrionária, e da verdadeira mãe possui realmente o instinto.

Enquanto espera tornar-se mulher, esposa e mãe, a menina concentra instintivamente toda sua afeição na boneca e demonstra todo seu amor como se de fato fosse sua filha. Esse é o seu mundo real.

Se perde na noite dos tempos, o dia em que a boneca surgiu como brinquedo de criança.

Os arqueólogos descobriram em uma gruta, bonecas da idade paleolítica, entalhadas em madeira, plasmadas com argila, recoberta de trapos e de folhas, ou pintadas rudimentarmente. Isto atesta que as bonecas já existiam na pre-história, quando os homens ainda se protegiam da fúria dos elementos, vivendo nas cavernas e nas palafitas.

O Criador, em sua ilimitada sabedoria dotou a menina com instinto materno e criativo, e sem ela perceber, ia se amoldando de forma a se tornar a futura mamãe.

As meninas do meu tempo de criança, tinham  criatividade e inventavam uma boneca com qualquer pedacinho de madeira. A mais criativa era a boneca de sabugo de milho que já tinha os cabelos pretos ou loiros. E assim brincavam tratando-a como o ser humano... E eram felizes.

Este milenar brinquedo feminino chegou a minha época no século XX, e me vi familiarizado com as bruxinhas de minhas irmãs, mais velhas que eu. Eu era o sétimo de uma linhagem de treze irmãos, por tanto o do meio.
Esta é a imagem que mais se aproxima das bruxinhas que conheci, mas aqui elas estão em traje a rigor
Lembro muito bem das bruxinhas. Eram bonecas de pano recheadas com mulambo - Fragmentos de tecidos. com cabeça, braços e pernas, mas, sem cotovelo ou joelhos... E também sem dedos e sem beleza, confeccionadas no aconchego do lar. As mães ensinavam as meninas dar o acabamento, e com uma pequena agulha e linha, elas traçavam no rosto, os olhos, o nariz e a boca, e na cabeça não esqueciam diminutas tiras de pano simulando o cabelo preto o loiro. Os vestidinhos e saias eram todos confeccionados manualmente por elas, ponto por ponto. E as bonecas tinham direito a vestidos especiais em dias festivos. Era os anos 50.

Muitas mães, naquele tempo davam chances para as filhas brincarem a vontade e não interferiam, a não ser para ajudar quando as pequenas mamães recorriam a elas.

Em minha mente está afluindo aos borbotões, as imagens daqueles passado, e vejo no quintal da nossa casa, lá no sitio, uma pequena casinha de uns dois metros quadrados, coberta de palha e sem paredes, mas bem varrida e dividida em sala, quarto e cozinha.

A casa era toda mobiliada com miniaturas de móveis também improvisados por elas usando a criatividade e qualquer pequeno objeto. Valia tampas de garrafas, de vidros de perfumes ou remédios. Tudo servia para improvisar pratos, canecas e panelas. Sendo que pequenas panelinhas e potes eram feitos por elas usando argila apropriada.

Qualquer pequeno pedaço de madeira ou mesmo de tijolo, conforme o tamanho era transformado em cama, mesa ou assento. Aliás, tijolo era uma raridade naquele tempo. Todas as casas nos sítios eram feitas de taipa.

Puxa vida, agora me dou conta de que aquele aconchego infantil era realmente um lar em miniatura talhado com as próprias mãos das crianças, sem a intervenção das indústrias, que posteriormente conseguiram abolir a criatividade infantil.

no quintal da casinha, no cercado imaginário ao lado, havia o gado, as ovelhas e as cabras que formavam o patrimônio das bonecas. Esses animais eram improvisados com maxixes e abacates novos que caiam dos abacateiros, naquele tempo, abundantes em nosso quintal. Com alguns pequenos gravetos faziam os pés dos animais.

Os domingos eram dias festivos na Casinha de Bonecas. Minhas irmãs convidavam suas amigas do sítio para vir com suas bonecas, afim de participar de algumas celebrações inventadas, que duravam todo o dia. Nesse dia havia guisado feito em pequenas panelas de barros que mamãe comprava na feira do Crato. E as mães das meninas às vezes as acompanhavam e aproveitavam para um dedo de prosa com minha mãe.

Para o guisado elas usavam a trempe. As avós de hoje sabem o que é uma trempe. É um conjunto de três pedras em alguma parte da cozinha, com altura suficiente para atear fogo debaixo e ferver a comida. Elas realmente faziam a comida e distribuíam com as visitantes. Era tão pouca que depois iam almoçar e voltavam para a brincadeira.

Era nos domingos que faziam batizados, casamentos ou aniversários das bonecas. Tudo simulava uma casa de verdade.

O paparicado com as bonecas era muito grande. Cada mãe segurava a filha da outra de vez em quando e simulavam a conversa dos adultos, às vezes até picante para uma criança: Comadre, ontem meu marido quebrou o pote só por que eu não pus a janta dele no prato que ele gostava, foi água pra todo lado dizia uma. A outra rebatia, mas comadre pois meu marido é bonzinho, nunca fica com raiva, só quando chega em casa e a janta num tá pronta, ai ele chuta o cachorro e o cachorro morde ele. Eu não entendia ainda esses papos, só ouvia.

PAAARA, Para para! Você já está perguntando por que eu é que estou contando essas histórias e não uma mulher!

Bom. Só tem uma explicação! Nunca li uma história resgatando as bruxinhas que tanto sucesso fizeram no meu tempo. Por outro lado, sendo eu pequenino entre cinco e oito anos, estava sempre no meio das meninas. As vezes brincando com os irmãos das visitantes, ou interagindo nas brincadeiras delas, principalmente pastoreando o gado, as ovelhas e as cabras de mentirinha.

Tenho certeza que esta história é muito parecido com a de tantas hoje mamães,  avós e bisavós, que não sabiam estar naquele tempo fantasiando imagens reais do seu futuro.

Texto: Vicente Almeida
29/10/2012

domingo, 28 de outubro de 2012

JEJUAR - O QUE SIGNIFICA? - Por Vicente Almeida


VOCÊ SABE REALMENTE O QUE SIGNIFICA JEJUAR? 

Infelizmente nem todas as pessoas se interessam em entender o que realmente significa jejuar. Acham que é simplesmente deixando de se alimentar por algumas horas. Mas esta atitude não corresponda aos verdadeiros ensinamentos legados pelo Criador, através de seus mensageiros.

E nesta esteira de erros milenares queremos ressaltar aqui o JEJUM que tantos cristãos praticam simplesmente se abstendo temporariamente do alimento necessário à vida, sem contudo associar esse ato, a intenção de beneficiar alguém.

Deixar de se alimentar espontaneamente, apenas para cumprir uma tradição milenar, sem destinar sua refeição a um necessitado, não é JEJUAR. Não há mérito algum em suspender a própria alimentação, com o propósito de agradar a Deus. Além do mais há um agravante, após o jejum, o que se consome é quase um banquete.

Acreditamos que no princípio, quando os profetas mencionavam o jejum, e quando Jesus e os apóstolos, falavam ou aconselhavam essa prática, havia um objetivo com maior alcance. Essa abstenção ou privação devia de fato resultar em benefício de alguém ou de alguma causa que saneasse dificuldades pessoais ou coletivas, ou ainda como agradecimento a Deus por graças recebidas.

A própria Bíblia ensina que jejuar, não é somente se abster de alimento. Há muitas formas de jejuar, mas essa prática, não deve se limitar somente ao período quaresmal, faça-o em qualquer dia do ano.

Entendemos que jejuar é abster-se, é privar-se de algo em benefício de alguém. Que tal se de vez em quando jejuássemos de uma forma diferente e bem mais produtiva?

Experimente jejuar por um dia, e quando decidir:

Nesse dia não evite se alimentar. Como já disse, essa prática não é meritória diante de Deus por que as pessoas sempre dizem ou demonstram que estão jejuando para que todos saibam, e assim o ato é nulo, sem eficácia.

Seu jejum teria grande mérito se fosse voltado para beneficiar ou proteger alguém, e isto é possível ao abandonar o orgulho, a vaidade, a cobiça ou qualquer outra atitude danosa ao seu semelhante:

PODERÍAMOS: (Opte por um ou mais itens)

Evitar julgar as pessoas, olhando para elas como irmãos e não como inimigos;

Evitar ser ingrato com aqueles que fazem o possível para nos agradar;

Evitar ser pessimista, pois sabemos que o sol nasce para todos;

Evitar usar de má fé contra as pessoas, principalmente os oprimidos;

Evitar provocar espontaneamente a ira dos outros, não tecendo intrigas;

Evitar se queixar ou se lamentar, Deus não esquece ninguém;

Evitar tramar em pensamentos (sabemos que é difícil, mas não é impossível) - EU CONSEGUI!;

Evitar ser desagradável, usando palavras mesquinhas e agressivas;

Não usar de excessiva preocupação. Tudo Deus proverá no seu devido tempo.

Respeitar a dor alheia;

E finalmente, também nesse dia, ache um tempinho para conviver com a família. As pessoas levam o trabalho tão a sério, que às vezes transformam seu lar apenas em um refeitório ou pousada. Não veem e não acompanham ali as dificuldades do cônjuge na sua luta diária, e também estafante, e mesmo assim procurando fazer o máximo para lhe proporcionar uma boa recepção... E nem é notada.

Alguns pais nem percebem o quanto os filhos dariam para ter um dedo de prosa com eles, para lhes contar do seu progresso na escola, do seu novo amiguinho, do primeiro amor e dos seus temores.

Nossa compreensão nos diz que esta é a forma de jejuar que o Criador deseja que pratiquemos. Assim exercitaremos nossa mente na direção de um objetivo, e qualquer que seja, deve ser benigno. A prática nos levará a purificação do corpo para que a alma possa elevar o seu pensamento a Deus.

O ato de jejuar é uma grande prece. Deve-se, portanto, orar sempre pelo próximo, e agradecer mais do que pedir. Quanto mais desprendimento na oração, mais a criatura se aproximará do Criador.

A mais perfeita descrição bíblica sobre o jejum, está em Isaías capítulo 58, versículos 6... Que diz textualmente:

"Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo. É repartir seu alimento com o esfaimado, dar abrigo aos infelizes sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante.

... E o Senhor continua: SE expulsares de tua casa toda a opressão, os gestos malévolos e as más conversações;

Então tua luz surgirá como a aurora, e tuas feridas não tardarão a cicatrizar-se; tua justiça caminhará diante de ti, e a glória do Senhor seguirá na tua retaguarda. Então às tuas invocações, o Senhor responderá, e a teus gritos dirá: Eis-me aqui! SE expulsares de tua casa toda a opressão, os gestos malévolos e as más conversações."

Finalmente, jejuar é fazer o bem. É um ato de amor ao próximo, válido para todo ser humano, independente do seu credo religioso.

Tenha um ótimo domingo e uma ótima semana.
Texto: Vicente Almeida
28/10/2012

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

OS JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA - Por Vicente Almeida


OS JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA EXISTIRAM?

A história antiga é cheia de surpresas. Coisas maravilhosas narradas por historiadores, as vezes nos surpreendem.

Por exemplo: Quando escrevem sobre Babilônia, capital do império caldeu descrevem uma cidade-Estado bem antiga localizada na Mesopotâmia.

Sua região atual corresponde a parte sul do Iraque. Dizem que foi uma grande civilização, avançada e próspera, e era a cidade mais rica do mundo antigo ultrapassando em esplendor, qualquer cidade do mundo, mas, como todas as outras civilizações antigas, também entrou em decadência, até desaparecer na noite dos tempos restando tão somente relatos sobre seu passado.

Babilônia se tornou conhecida, não pelo reinado de Nabucodonosor, mas pela construção no século IV a.C. dos  jardins mais magníficos e panorâmicos que um rei poderia construir. Os relatos antigos informam que era um palácio gigantesco com altura entre 25 e 100 metros, que o rei havia mandado construir para agradar e consolar sua esposa Amitis, que nascera na Média, um reino vizinho, e vivia com saudades dos campos e florestas de sua terra. 
Quando o homem ama e este amor é correspondido, não há barreiras para agradar a mulher amada
Os terraços foram construídos um em cima do outro e eram irrigados pela água bombeada do rio Eufrates. Em todos os lados e andares do palácio, o rei mandou plantar árvores e as mais belas flores tropicais, e alamedas de altas palmeiras.

Aquele palácio ficou conhecido como "Jardins suspensos da Babilônia" ou "Jardins Suspensos de Semíramis". Pouco se sabe sobre sua estrutura.

E ai está o grande mistério desta construção: Como a água era bombeada do rio Eufrates até tão alto?
Quantas e quantas loucuras nós homens cometemos por amor!
O ex-ditador do Iraque, Saddam Hussein chegou a criar um "concurso" e ofereceu uma recompensa milionário para aquele que explicasse como a água era bombeada para aquelas alturas sem usar os métodos hoje conhecidos.

Embora não haja comprovação da sua existência, os Jardins suspensos da Babilônia foram  considerados como uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Outro rei que por amor mandou erigir um belo monumento em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam foi o imperador Shah Jahan, da Índia, com a construção do mausoléu Taj Mahal, entre 1630 e 1952, hoje considerado uma das sete novas maravilhas do mundo. Mas isto já será outra história!.

Texto: Vicente Almeida
25/10/2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O ESPÍRITO DO NATAL - Por Vicente Almeida

FALTAM 60 DIAS PARA O NATAL

Aproxima-se mais uma data magna da cristandade.

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 Este vídeo é somente para lembrar a aproximação do natal. Parte foi rodado em Crato e Juazeiro do Norte-CE, parte na Bahia e em São Paulo.

Desejamos que seu espírito natalino possa semear muita paz entre irmãos.

Que através das famílias, Jesus seja realmente o homenageado. Que não fique apenas limitado a um presépio finamente ornamentado, somente para ser admirado lá no canto da sala.

Quando você pronunciar as palavras mágicas "Feliz Natal" para alguém desejamos que suas palavras saiam realmente do seu coração, e que ele vibre em sintonia com a sua vontade de que seu semelhante seja realmente feliz.

É muito vago e sem graça, se desejar "Feliz Natal" somente da boca para fora, pois são palavras ao vento, sem nenhuma força criadora de paz. Sem fraternidade é inútil e prejudicial estampar um sorriso apenas facial. Melhor seria nem abrir a boca. Mais você não vai se comportar assim não é?

Ah sim! Se possível, ao desejar um "Feliz Natal" troque também um aperto de mão, pois com esta atitude, seu semelhante, ao receber o fluxo regenerador de suas energias, também lhe transmite as boas energias dele, e ambos se sentirão realmente felizes. Esta simples prática de contato físico, calorosa e fraterna, várias vezes ao dia imuniza o corpo contra muitos males. Mas isto não é válido somente durante o natal, VIU!

Texto: Vicente Almeida
25/10/2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A ÁRVORE DOS PROBLEMAS - Por Vicente Almeida

A ÁRVORE DOS PROBLEMAS



Certa vez um carpinteiro foi contratado para reformar alguns móveis na casa da fazenda de um senhor.

No primeiro dia do carpinteiro, ele teve alguns contratempos que o impediram de chegar na hora combinada.

Imagine o leitor que ao se aproximar da fazenda, o pneu do seu carro furou, e ele perdeu uma hora de trabalho. Ao iniciar as tarefas, a sua serra elétrica quebrou e ele cortou o dedo. ao final do expediente, quando se preparou para retornar ao lar, o seu carro não funcionou.

Mas o homem que contratou o carpinteiro percebendo os transtornos que ele sofrera durante o dia, e temendo que não retornasse no dia seguinte, lhe ofereceu uma carona para casa. Durante o caminho, o carpinteiro permaneceu calado deixando o outro apreensivo.

Entretanto ao chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.

Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore, e gentilmente tocou os galhos com as duas mãos, e num ato singelo fechou os olhos por um instante e murmurou algumas palavras inaudíveis para seu acompanhante.

Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.

Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou seus filhos e beijou sua esposa.

Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.

Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele aparentemente havia tocado na planta e conversado com ela antes de entrar em casa.

"Ah", respondeu o carpinteiro, "este é o cabide dos meus problemas".

Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho ou no meu dia, mas estes problemas são pessoais e não devo envolver minha família com eles.

Então todo dia, ao retornar das minhas tarefas diárias, e antes de entrar em casa deixo os meus problemas pendurados nesta árvore, e os pego no dia seguinte.

E quer saber de uma coisa?

Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, muitos tem desaparecido e os restantes não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior, e aqueles que pego de volta tenho sempre a inspiração para acabar de resolve-los."

Autor desconhecido
Adaptado para o Laboratório Sideral
24/10/2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

VAI SE DIVORCIAR? - Por Vicente Almeida


PENSA EM SE DIVORCIAR?

Leia esta história, e se possível passe para os casais em crise.

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. 

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?” 

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia mais a ela, e sim, a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente.

Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: Ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio.  Pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Então contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” – disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa, no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento.

Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela exclamou “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Papai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos.

Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.

Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia  Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti.” Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe”.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

No caminho de volta para casa passei na loja de flores, e comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama. Ela estava M O R T A.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
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Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, do seu marido, façam pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Autor desconhecido - Que Deus o ilumine sempre onde estiver

23/10/2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

OPALA - ESTE É MEU - Por Vicente Almeida

Esta postagem se destina aos apreciadores de lata velha. Esta do vídeo é minha lata velha.

Modelo: Chevrolet Opala Diplomata SE 1988 2.5; 04 cilindros; 04 Portas; Combustível: Álcool; 186.000 Km rodados. Já estamos no 4º jogo completo de pneus, cada jogo de pneus roda durante 50.000 km. Motor ainda original. Adquirido em 02/08/1988.

Única alteração: Trocamos o radio cassete por um toca CD play Pioneer, mas mantivemos a antena elétrica.

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Para sua melhor apreciação, ouça o ronronar do motor 2.5.
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Vai ai algumas fotos em nossa Vila Encantada.









Gente, este é uma das minhas paixões. Que tal?
22/10/2012

domingo, 21 de outubro de 2012

REFLEXÃO DOMINICAL - Por Vicente Almeida


VOCÊ É O RESULTADO DOS SEUS DESEJOS

Você está no lugar para onde escolheu caminhar. Seu destino você o traçou, e ninguém poderia fazer isto por você.

Por isso você é hoje o resultado daquilo que pensou, disse e fez até agora.

Você chegou a um lugar que escolheu!

Muita gente participou deste processo, mas, você foi o personagem determinante.

Cada um tem a vida que escolheu, embora possa pensar que não. Não é questão de merecer ou não merecer. É questão de opção. Você pode querer ou não querer. Fazer ou não fazer por onde chegar a determinado lugar.

Se não está gostando, ainda pode mudar. Se está satisfeito, continue. A felicidade é a meta.


Do livro de mensagens: "A TEMPESTADE ACALMADA" 2005, P. 83
- Não publicado.
Autorizado pelo autor: Padre Antonio Teodósio Nunes.
21/10/2012

sábado, 20 de outubro de 2012

ADULTÉRIO, NUNCA MAIS!? - Por Vicente Almeida

FALA SÉRIO!

Um velho sacerdote já em dias de se aposentar ficou muito doente ao perceber que a maioria dos seus confessados diziam haver cometido adultério.

Então durante um sermão dominical resolveu tomar uma atitude drástica e disse: Se algum dos meus paroquianos confessar adultério eu me demito!

Todos ficaram temerosos por que gostavam muito do velho sacerdote, e decidiram usar uma palavra em código para não falar que havia adulterado diriam "caído".

A partir de então, qualquer um que cometesse adultério diria que havia "caído".

Isto satisfez o velho sacerdote e os fiéis. e assim foi por muitos anos. Até que um dia o velho sacerdote já cansado faleceu.

Dias depois a Diocese enviou um novo e jovem padre. Em menos de quinze dias recebeu muita gente no confessionário e a maioria confessou haver "caído".

Preocupado, o novo sacerdote procurou o prefeito para umas providencias. V. Excia precisa fazer alguma coisa urgentemente nas calçadas desta cidade. Não imagina quantas pessoas foram ao meu confessionário e falaram haver "caído"!

O prefeito começou a rir, percebendo que ninguém tinha explicado ao novo padre o que significava a palavra "caído".

Em virtude da risada do prefeito  e antes que ele explicasse, o padre, agora com raiva,  severamente agitou o dedo para seu lado e disse: "Eu não sei por que você está rindo, sua esposa caiu três vezes somente na semana passada!

Estou só repassando, ouvi por ai!

20/10/2012