OBRIGADO PELA VISITA

O LABORATÓRIO SIDERAL leva até você, somente POSTAGENS de cunho cultural e educativo, que trata do universo; das gentes; das lendas; das religiões e seus mitos, e de forma especial, dos grandes mistérios que envolvem nosso passado. Contém também muitos textos para sua meditação. Tarefa difícil, mas atraente. Neste Blog não há bloqueio para comentários sobre qualquer postagem.

A FOTO ACIMA É A VISÃO QUE TEMOS DA CHAPADA DO ARARIPE, A PARTIR DA NOSSA "VILA ENCANTADA".

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

MEDO DO DESCONHECIDO - Por Vicente Almeida

Todo mundo tem medo, embora ninguém fale por que!

Se refletirmos um pouco, terminaremos acreditando que por trás de cada coisa que tememos, resume-se ao temor da MORTE. É inexoravelmente essa a imagem que vemos diante de perigo eminente.

Não tememos alguma coisa pelo simples fato de temer. É um reflexo instintivo que sem compreendermos, significa temor da morte.

Vejamos: 

Por que alguém tem medo de tempestade, de inundações, de terremotos, de bandidos, de um animal feroz, de noite escura, deste transito louco, ou de viajar de avião?

É nosso instinto de conservação nos advertindo que a frente há um risco de morte.

Mas gostaríamos de perguntar a você leitor: Medo, por quê?

Todos algum dia vamos morrer mesmo... Graças a Deus! Alias, morrer não é bem o termo, melhor seria dizer que iremos deixar esta vestimenta quando se tornar imprestável, seja pelo mal uso, seja por haver completado o tempo definido pelo Criador.

Quanto ao ser inteligente que abandona o corpo inerte, segundo todos os conceitos religiosos conhecidos, alguns denominam de "Alma" outros de "Espírito". Dá no mesmo.

A carne é pó e voltará ao pó. Seu corpo se decompõe originando outros seres vivos, não humanos. A alma ou espírito, ser imaterial, que utilizou o corpo para executar tarefas especificas segundo a lei divina, se liberta quando este se torna inoperante, pela falência de órgãos fundamentais.   

Não devíamos temer tanto a morte. Afinal ela virá a seu tempo. Precisamos mesmo é cuidar de nós, aqui e agora, vivendo o presente, procurando ao máximo anular essas impressões através de atos dignos.

É muito curioso! Lutamos demais para conquistar riquezas materiais e pouco ou nada fazemos para conquistar riquezas (dons) espirituais e é por esta razão que tememos a morte. Se nada de bom semeamos, nosso instinto nos diz que nada iremos colher, então vemos a morte como uma coisa tenebrosa.

Mas, felizmente, aqueles que pautaram sua existência no bem, não temem a morte. Milhões, inclusive muitos leitores deste texto, estão se lixando para este fenômeno, eles sabem que apenas farão a transição entre dois mundos e isto acontece desde o princípio dos tempos.

A melhor forma de preparação para essa transição é fazendo o bem, não fugindo às oportunidades que o tempo mostrará. Somente assim conseguiremos ser inscritos no livro da vida.

Entretanto, o Livro da vida, não é como este da alegoria abaixo. É a nossa consciência, que durante a existência vai registrando todas as nossas atitudes e conforme os atos praticados durante a vida, a antevisão da morte poderá provocar arrepios ou alívio, em virtude da eminente prestação de contas. Dai a razão de muitos temerem a inevitável passagem, enquanto outros não se conturbam nem ficam ansiosos.
Todo patrimônio amealhado durante a existência ficará na terra e os herdeiros se digladiarão nos tribunais pela sua posse, enquanto acusam de alguma forma o falecido. Se a conquista desse patrimônio se verificou por meios escusos, tanto maior será o sofrimento. COITADOS DOS NOSSOS POLÍTICOS!


Parecemos grosseiros nestas informações, mas não é nossa intenção. Não devíamos temer aquele que fala a verdade, antes temamos aquele que mascara a verdade com a intenção de iludir, prejudicar ou levar vantagem.

Quer saber? a morte é igual para todos, e naquela hora, rico e pobre se nivelam, sabe porquê? O rico que possuía tudo, nada leva e o pobre, que nada possuía, nada deixa, ambos saem de mãos vazias.

Escrito por Vicente Almeida
30/09/2013

sábado, 28 de setembro de 2013

HISTÓRIAS, HISTÓRIAS E ESTÓRIAS - Por Vicente Almeida

Gostamos muito da história universal, mas, o que muito nos atrai é a história do império romano, principalmente no início do cristianismo, pois, nos identificamos muito com aquele tempo, é como se por lá tivéssemos passado uns tempos. Ás vezes nos quedamos observando aquelas imagens e sentido como se de fato tivéssemos vivido naqueles tempos e sofrido alguma das situações onde éramos sacrificados para alegria de um povo sedento de sangue. 

Hoje selecionamos o Coliseu Romano e algumas imagens para através delas fazermos uma rápida turnê usando nossa fértil imaginação. 

Imaginemos que estamos naquele tempo e vivenciando um daqueles momentos vamos rapidamente visualizar as cenas das fotos como se estivéssemos por lá.

Sentimos como se tivéssemos vivido uma dessas situações como cristão, escravo ou gladiador enviado para a arena para ser devorado por leões famintos, ou lutado igualmente e perdido a vida em combate feroz naquela arena.

Sim tudo é possível. No Coliseu, quem era induzido à força para entrar na arena, tinha duas finalidades, ser devorado pelas feras e levar a platéia  ao êxtase, ou lutar até a morte e igualmente levar a platéia ao delírio. Era assim, quanto mais sangue derramado por suas vítimas, maior era o prazer.

Em Roma daquele tempo era assim. O ser humano subalterno, inferiorizado em suas origens ou ideologias, era perseguido até a morte e após apanhado, normalmente por desagravo era colocado na arena para uma luta inglória, onde via de regra perdia a vida, que não valia mais que a vida de uma formiguinha.

Mas, não se preocupe, são águas passadas e situação superada, afinal já decorreram dois mil anos.

Se naquele tempo fechamos os olhos pelo martírio agora já não é mais necessário passar por tudo aquilo. Cristo vive eternamente e nele cremos e nos ligo inquestionavelmente.

Observem à vontade as cenas abaixo.

Daquele passado histórico e já distante, restam apenas ruínas do que um dia representou um poder sócio-econômico de gigantescas proporções que quase dominou o mundo conhecido.

Contudo, graças as ruínas monumentais deixadas por nossos ancestrais é possível estudar o passado e reconstituir um pouco da trajetória humana neste planeta.

Tudo passa. O segundo anterior jamais se repete. Em um segundo nosso planeta em sua jornada pelo espaço sideral percorre 29.800 km.







Escrito por Vicente Almeida
28/09/2013