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O LABORATÓRIO SIDERAL leva até você, somente POSTAGENS de cunho cultural e educativo, que trata do universo; das gentes; das lendas; das religiões e seus mitos, e de forma especial, dos grandes mistérios que envolvem nosso passado. Contém também muitos textos para sua meditação. Tarefa difícil, mas atraente. Neste Blog não há bloqueio para comentários sobre qualquer postagem.

A FOTO ACIMA É A VISÃO QUE TEMOS DA CHAPADA DO ARARIPE, A PARTIR DA NOSSA "VILA ENCANTADA".

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O MUNDO ACABA HOJE!? - Por Vicente Almeida



Sim, o mundo acaba todos os dias para muita gente e hoje, no decorrer das vinte e quatro horas será o fim do mundo para muitos, cumprindo-se assim a profecia, não a profecia maia, mas aquela que temos absoluta certeza que se realizará: É O dia da morte do nosso corpo físico!"

Quanta falta de conhecimento tem esta humanidade vidrada em catástrofes.

Não satisfeita com as catástrofes reais: Terremotos, Tsunamis, Vulcões, Tufões, Ciclones, Maremotos e tantas outras, ainda inventam outra.

Arrastam do passado qualquer rabisco de qualquer civilização perdida e traduzem como caos de abrangência mundial, com data certa para se realizar.

Falta conhecimento, falta raciocínio, falta análise criteriosa dos fenômenos reais e esta falta de tudo leva os mágicos interpretadores desses rabiscos, a determinarem o fim do mundo, isto é; A extinção da vida na terra. Muitas já foram as profecias do fim do mundo. Agora é a vez da suposta Profecia Maia que vem causando alvoroço no mundo inteiro, tabu que felizmente acaba hoje.

Notícia ruim é como fogo, rapidamente se alastra e não há quem apague.

Nunca vi tanta baboseira gerar tantas reações ao ponto de muitas famílias no mundo inteiro e aqui mesmo no Brasil armazenar gêneros alimentícios para comer após o fim do mundo. Como? se o mundo acabasse não restaria sobrevivente para se alimentar.

O que entendemos por fim do mundo?
I - A destruição do planeta?
II - Somente a eliminação da vida animal e vegetal?
III - Somente a destruição do Gênero Humano, segundo as profecias?

Se alguém for capaz de responder a um só desses itens, ainda restarão muitas dúvidas sobre o fim.

muita especulação contraditória sobre as profecias do fim do mundo, e nenhum livro conhecido explica se essas profecias se referem à destruição do planeta, ou a extinção da vida. Se é o fim do gênero humano, de uma civilização, ou de todos os seres vivos.

Pura especulação. Os editores faturam milhões à custa dos assustados e incautos habitantes deste planeta. Nenhuma profecia explica nada, mas complica tudo, e após a ocorrência de alguns fatos marcantes na história, surgem os interpretadores montando um quebra-cabeça de tal forma a enquadrar aquela ocorrência em uma interpretação profética.

Vamos tentar entender! Acompanhe nosso raciocínio!

Para a realização de uma profecia seria necessário que, partindo de determinada época, o visionário tivesse em mãos o conhecimento do passado e presente da humanidade, bem como a posição dos astros, e ainda quais implicariam em riscos catastróficos para nosso planeta. Isto se o perigo viesse do espaço, que é de onde normalmente se espera.

Fundamentado nas informações daquele momento seria possível visualizar como resultado uma situação no futuro, desde que houvesse uma sequencia lógica, segundo os dados em mãos. Do contrário a previsão será sempre insustentável.

Mas o futuro é um livro em branco, e será preenchido no decorrer do tempo, no decorrer de milênios de milênios de milênios...

Uma ocorrência futura depende de muitos fatores, ainda desconhecidos e que contribuirão decisivamente para a realização de um fato. Como poderíamos dizer na linguagem popular: Uma coisa pucha a outra".

O homem é um ser de talento e de muita imaginação, mas, jamais poderá prever com precisão - Data certa para a extinção da terra ou na terra.

Tudo é especulação nunca acredite nessas profecias que sempre leva o povo a se assustar com a proximidade da morte anunciada.

DEUS EXISTE e tudo que venha a acontecer estará dentro do previsto em suas leis eternas e imutáveis.

É chegada a hora de adotarmos uma postura racional. Fácil é acreditar em um mito ou uma mentira. Difícil é acreditar na verdade, ela é tão simples e lógica que as pessoas recusam crer.

VEJA:

Nos tempos idos, lá para os lados do oriente, não sei, um Rei se viu leproso e toda sua fortuna não foi capaz de curá-lo embora recorresse a todas as ervas conhecidas e sábios do seu reino.

Então falaram que havia um homem muito sábio que possuía o dom de curar. Para lá o Rei se dirigiu levando imensa fortuna para pagar o tratamento.

Ao se aproximar de onde habitava o sábio mandou avisá-lo que gostaria de falar com ele e ser curado.

E o sábio pelo mesmo portador mandou dizer ao rei que mergulhasse sete vezes no Rio Jordão!

O Rei enfurecido com tamanha ousadia mandou que matassem o sábio, mas, um de seus conselheiros disse: Sr. Rei, o sábio não pediu dinheiro nem vos mandou fazer coisa difícil, por quê então V. Majestade não vai ao Jordão e mergulha conforme ele falou. Se não vos fizer bem, também não vos fará mal.

Assim o Rei foi a Rio Jordão e mergulhou sete vezes e no último mergulho saiu completamente curado.

Compreende agora o que quero dizer? Tudo que é verdade e fácil de ser entendido é excluído, tudo que é mito ou mentira é fácil de ser aceito, pois independe de comprovação.

Texto: Vicente Almeida
21/12/2012 

Um comentário:

  1. É...

    Acho que sou cético.

    Não acredito em profecias catastróficas.

    Quando eu era menino de vez em quando falavam que o mundo ia acabar em dia e hora certa e a minha mente de criança imaginava mil coisas até passar aquela data fatídica.

    Aos poucos fui aprendendo a não acreditar em informações sem fundamentos racionais e hoje antes de acreditar em algo utilizo toda minha potencialidade racional.

    Acredito somente naquilo que de fato é possível e lógico, não importa quem esteja falando, se um catedrático ou um matuto pé de chinelo.

    As vezes o matuto está mais centrado ao fazer uma previsão, por que uso o estudo dos fenômenos naturais já ocorridos.

    Enquanto o catedrático confia demais na sua popularidade, ciente de que tudo que falar será aceito e esquece o básico. Infelizmente para ele, o futuro não perdoa e em pouco tempo desmascara o dito cujo.

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